segunda-feira, 7 de março de 2016

Exposição "José Relvas, a Casa, o Homem e a Colecção" - Arraiolos


A Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça cedeu temporariamente algumas das suas obras ao Centro Interpretativo do Tapete de Arraiolos, para uma exposição temporária, que homenageia a figura de José Relvas e a sua colecção de arte. A exposição intitula-se "José Relvas, a Casa, o Homem e a Colecção" e estará patente em Arraiolos até ao próximo dia 22 de Maio.
Na exposição podem ser apreciadas pinturas, esculturas e ainda peças decorativas, com especial enfoque para os tapetes de Arraiolos, dos quais a nossa colecção tem um espólio significativo.
Foi com gosto que a Câmara Municipal de Alpiarça e a Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça se fizeram representar no passado dia 25 de Fevereiro, na inauguração desta magnífica exposição. Estiveram presentes o Dr. João Pedro Arraiolos, Vereador da Câmara Municipal de Alpiarça e o Dr. Nuno Prates, Conservador da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça
Aqui ficam algumas imagens da inauguração da exposição.
Fotos – Câmara Municipal de Arraiolos






domingo, 6 de março de 2016

Prémios Turismo do Alentejo e Ribatejo - 2015


Prémios Turismo do Alentejo e Ribatejo - 2015
A Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça é candidato na Categoria Melhor Projeto Público do Ribatejo.

sábado, 5 de março de 2016

José Relvas nasceu há 158 Anos


José Relvas, político, lavrador, músico, coleccionador de arte, foi sem dúvida este republicano um grande homem que marcou a História de Alpiarça e do país.
José de Mascarenhas Relvas nasceu, na Golegã, a 5 de Março de 1858 era filho de Carlos Augusto de Mascarenhas Relvas de Campos e de Margarida Amália Mendes de Azevedo e Campos.
José Relvas nasceu no seio de uma família de fidalgos, seu pai Carlos era um monárquico convicto.
José Mascarenhas Relvas matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra em 10 de Outubro de 1874 com apenas 16 anos. Depois de frequentar a Universidade de Coimbra vai para Lisboa e aí frequenta o antigo Curso Superior de Letras, onde se forma apresentando como prova final em 1880, a tese sobre Direito Feudal, cujo título era «O direito do senhor foi uma medida fiscal da propriedade».
Em 5 de Fevereiro de 1882, casa com D. Eugénia de Loureiro Relvas, filha dos Viscondes de Loureiro de Viseu, deste casamento nasceram três filhos que vêm a falecer antes de José Relvas. É no ano do seu casamento que começa a dirigir a Casa Agrícola de seus pais.
Aderiu ao partido republicano em 1907 e juntamente com Magalhães Lima visita vários países, preparando o advento da República em Portugal.
Em Alpiarça participa em comícios ao lado de Bernardino Machado; é aqui que são também realizadas várias reuniões dos homens que desenvolviam o processo revolucionário.
Na manhã de 5 de Outubro de 1910, José Relvas, ao lado de Eusébio Leão proclama a República, no seu discurso aconselha o povo para que se comporte com a maior dignidade.
No Governo provisório de 1910, presidido por Teófilo Braga é nomeado Ministro das Finanças e nesta altura que elabora a reforma monetária de 1911, que criou o escudo.
José Relvas morreu em 31 de Outubro de 1929. Por sua vontade a sua casa assim como todas as colecções foram legadas à Câmara Municipal de Alpiarça, para ali ser feito um museu.
Homenageamos hoje às 18:00 José Relvas com o espectáculo Musical - Violinhos Orquestra.
Auditório da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.
Entrada Gratuita.
Aceite o Convite!

quinta-feira, 3 de março de 2016

5 de Março de 2016 - Comemorações do Aniversário de Nascimento de José Relvas (1858-1929)

5 de Março de 2016 - Comemorações do Aniversário de Nascimento de José Relvas (1858-1929).

18:00 - Espectáculo Musical - Violinhos Orquestra.
Auditório da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.
Entrada Gratuita.
Aceite o Convite!

terça-feira, 1 de março de 2016

Participação da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça nos "Encontros Documentais"/Museus - Vila de Rei, em que a temática foram os "Diálogos intergeracionais".


No passado dia 24 de Fevereiro, realizou-se em Vila de Rei a Sessão dedicada aos Museus dos Encontros Documentais, em que a temática foram os "Diálogos Intergeracionais".











A Casa dos Patudos esteve presente com duas comunicações, "Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça: Dinâmicas de um espaço para todos", pelo Dr. Nuno Prates, Conservador da Casa dos Patudos e "Serviços Educativos da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça: Visita Orientada Peças com Histórias", pela Dra.Maria Nélia Castelo, responsável pelos Serviços Educativos.
O encontro teve a presenca de cerca de oitenta técnicos ligados à área e resultou numa partilha de experiências e práticas para com os diversos públicos que visitam os diferentes museus nacionais ali representados.





Peça do mês - Março


Cristo buscando as suas vestes
Argila
Século XVIII
att. a Machado de Castro
40,5 cm x 35,5 cm x 18 cm
CP – MA
Inv. Nº 84.60

Neste mês de Março, assinalamos a chegada da Páscoa com mais uma peça da nossa colecção. A escultura é em argila e data do século XVIII, atribuída ao escultor Machado de Castro.
Machado de Castro era natural de Coimbra, estudou em Lisboa, tendo frequentado a oficina de José de Almeida e trabalhado na construção do palácio de Mafra, Basílica da Estrela e Palácio da Ajuda. Alguns dos seus trabalhos mais emblemáticos são a estátua Equestre de D. José I, assim como os presépios barrocos. A sua escola foi importante na afirmação do estatuto do artista/escultor no século XVIII.
A peça deste mês é alusiva a uma das cenas da paixão de Cristo, na qual Cristo é despojado das suas vestes.
Nesta escultura, Cristo está de joelhos, agarrando uma túnica do chão, o seu corpo apresenta-se flagedado e apenas coberto com uma faixa branca na cintura. Ao lado de Cristo está uma pequena coluna e por detrás desta estão anjos. Os três anjos, de ricas roupagens azuis vermelhas e douradas, parecem acompanhar Cristo no seu calvário.
A peça pertenceu à colecção de João Arroyo e foi adquirida por José Relvas, à empresa liquidadora, no ano de 1905, pelo valor de 98 réis.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Medalha de Ouro da APMCH para o Municipio de Alpiarça



A Associação Portuguesa de Municípios com Centro Histórico deliberou atribuir ao Município de Alpiarça a Medalha de Ouro da APMCH, pelo trabalho realizado na recuperação do centro urbano, com especial destaque para a intervenção global de reabilitação do edifício e espaço envolvente à Casa dos Patudos.
Estamos todos de parabéns....
Sejam sempre bem-vindos à Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.