terça-feira, 4 de maio de 2021

PROJETO VALORIZAÇÃO PATRIMONIAL DO CONCELHO DE ALPIARÇA



O concelho de Alpiarça apresenta valores incontornáveis na área da Arqueologia, sendo bem conhecidos os seus sítios entre a comunidade arqueológica, mormente em dois períodos cronológicos da Pré-história - o Paleolítico Inferior e Médio e a Proto-história (Idade do Bronze e Idade do Ferro) – representados nas Estações Arqueológicas do Vale do Forno, Vale da Atela, Cabeço da Bruxa ou Alto do Castelo, entre outros.

Este projeto visa o estudo, proteção, divulgação e valorização do património integrado no seu contexto natural, territorial, paisagístico, arqueológico cultural, educativo e como potencial turístico.

domingo, 2 de maio de 2021

Dia 2 de Maio - Dia da Mãe

 Neste dia tão especial damos a conhecer uma fotografia do Arquivo Histórico da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.

Uma Fotografia da autoria de Carlos de Mascarenhas Relvas (Século XIX).
Um olhar atento de uma mãe...
Eugénia da Silva Mendes Loureiro, mulher de José Relvas, observava com um olhar enternecedor, seu filho, Carlos de Loureiro Relvas.
Feliz Dia das Mães! 😊

sábado, 1 de maio de 2021

INFORMAÇÃO

Hoje, dia 1 de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, a Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça está encerrada.

Amanhã, Domingo, 2 de Maio, a Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, encerra ao público, às 13h00.

Horários das Visitas:
10h00;
10h45;
11h15;
11h45;
12h15;
Gratos pela melhor compreensão.
Alpiarça, 01 de Maio de 2021.
O Conservador da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.
Nuno Prates

PEÇA DO MÊS - MAIO

 




Floreira

Cerâmica Francesa

Aristide Bézard

Século XIX

37,6 cm X 23 cm X 10,5

CP – MA

Inv. Nº 85.559

A peça divulgada neste mês de Maio, mês de campos floridos, é uma floreira toda ela decorada com motivos florais.

A peça de artes decorativas é uma cerâmica opaca mais ou menos porosa, policromada e vidrada e é decorada com a técnica em Barbotine (a barbotine é uma pasta de argila diluída em água. A decoração com esta técnica consiste em acrescentar relevos em barbotine nas cerâmicas).

A floreira tem um formato paralelepipédico, com estreitamento da abertura na parte superior, é policromada e vidrada.Tem uma tonalidade acastanhada, caminhando para o cinzento em dégradé, à medida que se aproxima do fundo. Apresenta decoração floral em todas as faces visíveis; nas faces maiores, de um lado, um ramo de roseira, com algumas folhas, que parte da esquerda da composição, em baixo, e descreve um arco em direcção ao canto oposto, com uma flor ao início. Duas flores grandes no topo do arco e quatro de menores dimensões. A peça é rematada por outra flor grande e uma menor, bem como dois botões ainda fechados; no outro lado apresenta uma composição mais complexa. Com um pequeno ramo, que parte do centro para a esquerda. De um núcleo de folhas, seguido de quatro flores, uma delas parcialmente oculta, e rematado por três folhas; ligeiramente inclinado para a direita, um ramo de silva com algumas amoras maduras pendentes; à extrema direita da composição, três folhas de roseira do ramo que compõem a face menor desse lado; partindo de cima e ocupando a parte central da composição, um ramo com folhas em tonalidades amarelas e avermelhadas.

Nas faces menores, de um lado, o caule já referido, cujas folhas ocupam uma face maior, bifurcando junto à base, mas sem folhas nessa face, e a assinatura, no canto inferior direito “Bézard”, do lado oposto, um pequeno ramo de roseira, com quatro botões por abrir. Na base, ao centro, a seguinte inscrição, a azul, em duas linhas: “Montigny S. Loing/DX” e no canto superior esquerdo, o número “300” inciso.

A floreira, datada do Século XIX, é de estilo Arte Nova, este é inspirado, principalmente, por formas e estruturas naturais, flores, plantas e também por linhas curvas. A Arte Nova é uma reacção à arte académica do inícios do século XIX. Apesar de este estilo ter sido substituído pelos estilos modernistas do século XX, é, actualmente, considerado uma importante transição entre o historicismo e o modernismo.

segunda-feira, 26 de abril de 2021

EXPOSIÇÃO DE PINTURA "86-21" de Massimo Esposito e dos seus alunos e LANÇAMENTO DO LIVRO "MISS DEA".

Inauguração da Exposição - Domingo, dia 9 de Maio de 2021 pelas 15h00

Polo Enoturístico da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça.

De 09 de Maio a 30 de Junho de 2021.
Aceite o Convite.

sexta-feira, 23 de abril de 2021

INFORMAÇÃO

Vimos por este meio informar que: de acordo com as indicações da Resolução do Conselho de Ministros n.º 19/2021, de 13 de março, os museus aos fins de semana, encerram às 13h00.
Assim sendo, a Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, encerra ao público, no dia 24 abril, às 13h00.
Mais informamos que no dia 25 abril a Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça encontra-se encerrada.
Horários das Visitas: 10h00; 10h45; 11h15; 11h45; 12h15;
Gratos pela melhor compreensão.
Alpiarça, 22 de abril de 2021.
O Conservador da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça
Nuno Prates

sexta-feira, 16 de abril de 2021

INFORMAÇÃO

Vimos por este meio informar que: de acordo com as indicações da Resolução do Conselho de Ministros n.º 19/2021, de 13 de março, os museus aos fins de semana, encerram às 13h00.Assim sendo, a Casa dos Patudos – Museu de Alpiarça, encerra ao público, nos dias 17 e 18 de abril de 2021, às 13h00.

Horários das Visitas: 10h00; 10h45; 11h15; 11h45; 12h15.

Gratos pela melhor compreensão.

Alpiarça, 16 de abril de 2021.
O Conservador da Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça
Nuno Prates